Neste sábado irei:
*Estudar para uma aula particular de PVI e ResMat
*Dar a aula particular para o Bruno e sua amiga
*Escrever um pouquinho do texto sobre Jacó
*Mandar mensagem pra galera do AA sobre atuação e bolar texto para ser enviado pela DACç
Faltou apenas escrever sobre Jacó, embora tecnicamente já seja 4AM do domingo :p
Hoje tive uma experiência muito boa ao ir assistir um concerto musical da orquestra jovem de São Paulo. Um som límpido, suave, as emoções ora pairavam pelo ar ora eram impelidas fortemente pela agitação das cordas e reverberações das ondas sonoras dentro dos tubos harmônicos. Via aqueles que provavelmente constituíam a elite musical do estado tocando peças que eu nunca teria a capacidade de executar, tudo perfeito, sem manchas, lindo. Aquelas pessoas, satisfeitas e felizes por poderem desempenhar profissionalmente uma atividade que amavam, não se davam conta de quão efêmera é nossa existência e pareciam satisfeitas, apesar do fato de todas aquelas obras já terem sido gravadas e, tecnicamente, poderem ser reproduzidas sem mesmo nenhum instrumento pelo celular de qualquer um ali presente. Elas não se importavam com isso, havia um valor intrínsico, intangível, naquilo que faziam, não era apenas a apresentação em si ou a qualidade do som, mas o sentimento, o momento, a vida presente naquela música e naquele ambiente. Ninguém para para avaliar essas coisas, mas todos sabem o valor que tem aquela experiencia. No entanto isso e a música, não foram os aspectos que mais me chamaram a atneção. O que achei curioso, e até bom, é a capacidade que temos de nos dedicar a trazer entretenimento para outras pessoas e a necessidade que temos de que esse entretenimento seja criado por pessoas reais, e não apenas por objetos eletrônicos como TVs, PCs e celulares. Digo isso baseado no fato de que preferimos muito mais assistir um evento ao vivo do que em casa na televisão, apesar do conforto propiciado pelo nosso sofá e inúmeras outras vantagens. Esse fato é muito bom pois dá uma direção de escape para a inerente crise de desemprego que teremos devido a constante e inevitável automatização das funções de trabalho mais repetitivas e autômotas, que não precisam de um "toque humano" como os motoristas e outras categorias. O fato é que, acredito que a industria do entretenimento seja uma ótima opção para empregar as pessoas futuramente desempregadas evitando, aleḿ da ociosidade, o desemprego e a sensação de inutilidade perante o todo.
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